Vista Geral

Identificação

País

República Democrática de São Tomé e Príncipe

Título

Inquérito Demográfico e Sanitário (IDS STP - 2008 - 2009)

Abreviação

IDS 2008

Informações sobre a Série

Analisar e divulgar informações relativas à fecundidade, à mortalidade das crianças menores de cinco anos, ao planeamento familiar, à saúde materna e infantil, ao paludismo, aos conhecimentos, comportamentos e atitudes em relação ao VIH/Sida, às IST, à violência doméstica, as medidas antropométricas, bem como medir a prevalência da Anemia, da Hepatite B e do VIH/Sida.

Os dados indicam que o nível de fecundidade das mulheres são-tomenses ainda é elevado situando-se em 4,9 filhos por mulher e sendo a prevalência contraceptiva de cerca de 38%. 98% das mulheres grávidas assistiram ao menos a uma consulta pré-natal e 82% das mesmas foram assistidas no parto por um pessoal qualificado. A cobertura vacinal das crianças de São Tome e Príncipe é alta. O acesso ao tratamento das principais doenças da infância e à practica do aleitamento materno exclusivo é boa o que tem contribuído para a redução das taxas de mortalidade infantil rumo ao cumprimento de um dos ODM. Não obstante prevalecem ainda indicadores que nos deixam apreensivos como a prevalência da anemia nas crianças (62%) e respeitante ao estado nutricional das mesmas. 29% de crianças sofrem de malnutrição crónica.

Pela abrangência do inquérito, o nível de informação sobre o VIH/SIDA pode ser considerado bom: todos os cerca de 100% das pessoas conhece ou ouviu falar do VIH. A prevalência do VIH em São Tome e Príncipe é de 1,5%. A prevalência do VHB é de cerca de 6,1% nas mulheres e 10% nos homens dos 15-49 anos.

Número de Identificação

STP-INE-IDS2008-v.1.0

Versão

Descrição sobre a Visão

A metodologia para a recolha de dados foi realizada recorrendo ao “Método de Entrevista Directa,” ou seja, a aplicação dos questionários foi através da “recolha por entrevista directa”, junto dos agregados previamente seleccionados, sendo o “Questionário Mulher” administrado por Inquiridoras, enquanto que os Inquiridores se responsabilizam pelo “Questionário Homem”.

Este inquérito teve representatividade nacional, a nível urbano e rural, bem como a nível regional, constituindo desta forma de domínios de estudo.

Para se conseguir alcançar os objectivos preconizados com IDS-2008/09, foi necessário interrogar uma amostra de 3.000 indivíduos, sendo respectivamente mulheres em idade de procriar (15-49 anos) e homens de 15-59 anos.

Vista Geral

Abstracto

O IDS-2008/09 visa a obtenção de informações actualizadas e detalhadas sobre a fecundidade, a mortalidade das crianças menores de cinco anos, assim como sobre a saúde reprodutiva, a prevalência do HIV/SIDA e da Anemia e os conhecimentos e atitudes face ao HIV/SIDA e outras IST, incluindo a Hepatite B, mortalidade materna e informações sobre a violência doméstica.

O Inquérito Demográfico e Sanitário de São Tomé e Príncipe (IDS-STP) é o primeiro inquérito do género realizado no país. O IDSSTP é um inquérito por amostragem, com uma representatividade nacional, romovido pelo Governo de STP e liderado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), com assistência técnica de ICF Macro, uma instituição de cooperação americana encarregada do programa Internacional de Pesquisas Demográficas e de Saúde (IDS). O projecto IDS-STP recebeu apoio financeiro da Agência para o esenvolvimento Internacional dos Estados Unidos da América (USAID), Projecto de Apoio ao Sector Social (PASS-Saúde), Banco Mundial, UNFPA, PNUD, Cooperação Portuguesa através do Projecto de Saúde para Todos, UNICEF e a Cooperação Taiwanesa. O IDS-STP fornece informações sobre os níveis de fecundidade, a actividade sexual, as intenções reprodutivas (preferências em matéria de fecundidade), o conhecimento e a utilização dos métodos de planeamento familiar, as práticas de aleitamento materno, o estado nutricional das mulheres e das crianças menores de cinco anos, a mortalidade infantil, a mortalidade materna, a saúde da mãe e da criança, e sobre os conhecimentos, atitudes e comportamentos em relação à Sida e outras infecções sexualmente transmissíveis. Novas vertentes incluídas na recolha incidem sobre a
violência doméstica, o Estatuto da mulher, a utilização de mosquiteiros e os testes do VIH, da anemia e da hepatite B. Durante o inquérito feito no terreno, de Setembro de 2008 a Março de 2009.foram inquiridas com sucesso 3.536 famílias (sendo uma taxa de resposta de 94,2%); nessas famílias, 2.615 mulheres de 15-49 anos e 2.296 homens com idades entre 15-59 foram entrevistados com sucesso e entre esses inquiridos, 2.378 mulheres e 2.110 homens com idades entre 15-49 foram realmente testados relativamente ao HIV (amostra
ponderada). As informações recolhidas no inquérito são representativas ao nível nacional, bem como por
meio de residência (urbano e rural) e nas quatro regiões administrativas.

Os principais resultados desenvolvidos neste relatório encontram-se resumidos a seguir:

CARACTERÍSTICAS DOS AGREGADOS FAMILIARES

Mais de metade dos agregados familiares em STP tem electricidade (57%) e 94% tem acesso a fontes melhoradas de água potável, principalmente fontanários públicos ou água da torneira. Apenas 13% dos agregados dispõe de um retrete com autoclismo e mais de 61% das famílias não têm retrete no seu lojamento.

Esta pesquisa mostra que 39% dos chefes de agregados familiares são mulheres. Quase a metade
das crianças (49%) menores de 15 anos vivem com ambos os pais biológicos e 16% não vivem com um
dos pais biológicos.

FECUNDIDADE

Nível e tendência da fecundidade. Os dados do IDS-STP mostram que a fecundidade das
mulheres em 2008-2009, ainda é elevada em STP. Com os níveis actuais, cada mulher daria à luz em
média, até ao final da sua vida reprodutiva 4,9 filhos. Essa fecundidade é também precoce, visto que 23%
das raparigas menores de 20 teve pelo menos um filho nascido vivo ou estava grávida no momento do
inquérito. Em STP, menos de 1% das mulheres actualmente casadas ou em união de facto e de idade
entre 45-49 anos, nunca tiveram filhos e poderiam ser consideradas estéris.

Fecundidade diferencial. Diferenças significativas em matéria de fecundidade aparecem entre os meios de residência: uma mulher urbana tem uma taxa de fecundidade significativamente menor (ISF de 4,4) do que
uma mulher rural (5,5). Além disso, o número médio de filhos por mulher varia em função da região; de 4,4 crianças na Região Centro, passa para 5,7 filhos na Região Norte. Este índice também varia de acordo com o nível de escolaridade das mulheres (4,2 filhos por mulher entre aquelas que tenham atingido o nível de ensino secundário ou mais, contra 5,5 para aquelas com o nível primário) e o nível de bem estar dos seus agregados: 3,9 filhos em média para as mulheres pertencentes às famílias mais ricas, contra 5,6 filhos para aquelas de famílias mais pobres.

NUPCIALIDADE

Entre as mulheres de 15-49 anos, 62% vivia em união (casadas ou em união de facto) na altura do inquérito, e a proporção de mulheres que ainda permanece solteira numa idade superior a 40 anos é ligeiramente superior a 1%. Além disso, a prática da poligamia é relativamente generalizada; uma em cada quatro
mulheres (25%) vive em união poligâmica. O início da vida em união continua precoce: 37% das mulheres com idade entre 20-49 vivia em união aos 18 anos e metade das mulheres entra em primeira união com a idade de 18,9 anos. As primeiras relações sexuais também ocorrem cedo e não são determinadas essencialmente pela entrada da vida em união; 53% das mulheres com idade entre 20-49 já tinham tido
as suas primeiras relações sexuais e a metade das mulheres era sexualmente activa aos 17,8 anos.
Os homens começam a sua primeira união muito mais tarde; a idade mediana da primeira união para os homens de 20-59 anos, é de 23,4 anos. A idade na primeira relação sexual para os homens com idade entre 20-59 anos, é de 17,9 anos, o que significa que, ao contrário das mulheres, os homens começam a sua vida sexual muito antes da entrada em união.

PLANEAMENTO FAMILIAR

Conhecimento dos métodos contraceptivos. O conhecimento de métodos contraceptivos é generalizado (99% das mulheres de 15-49 anos conhece, pelo menos, um método moderno), e a utilização da contracepção moderna é relativamente alta em São Tomé e Príncipe (33% entre as mulheres de 15-49 anos casadas ou vivendo em união, utiliza actualmente um método moderno).

Prevalência contraceptiva. Com efeito, a taxa de prevalência contraceptiva entre as mulheres casadas ou vivendo em união é de 38% para todos os métodos e 33% para os métodos modernos. Os métodos mais utilizados são a pílula (15%), os injectáveis (12%) e o preservativo masculino (5%).

Necessidades não satisfeitas. As necessidades em matéria de planeamento familiar são importantes
para as mulheres em união. Mais de 37% das mulheres casadas ou em união de facto expressam
essa necessidade, tanto para o espaçamento (19%) como para a limitação dos nascimentos (18%). Actualmente, entre as mulheres em união, 51% da demanda potencial total de planeamento familiar é
satisfeita em STP. Se todas as necessidades fossem satisfeitas, a prevalência contraceptiva das mulheres
em união seria de 76% ou seja, mais do que o dobro do nível actual.

SAUDE DA MÃE

No que diz respeito aos cuidados pré-natais e às condições do parto, verificou-se que para os nascimentos ocorridos nos cinco anos anteriores ao inquérito, quase todas as mães (98%) tiveram pelo menos uma consulta pré-natal com pessoal qualificado, e 72% tiveram quatro ou mais. Entre as mulheres de 15-49 anos que tiveram um filho nascido vivo, durante os cinco anos anteriores ao inquérito, mais da metade (52%) recebeu durante a última gravidez, duas ou mais doses da vacina contra o tétano neonatal, e 81% das mães com os últimos nascimentos vivos, estavam protegidas contra o tétano neonatal. Cerca de oito em cada dez
nascimentos (79%) ocorreram num estabelecimento de saúde; 82% deles beneficiou da assistência de um
pessoal de saúde durante o parto.

SAUDE DA CRIANÇA

A vacinação das crianças. Para a cobertura vacinal das crianças, é de notar que a grande maioria recebeu algumas vacinas: 96% das crianças de 12-23 meses recebeu o BCG; 87% recebeu as três doses da DTCoq, 87% as três da poliomielite e 84% foi vacinada contra o sarampo antes da idade de 12 meses. No total,
mais de três quarto das crianças de 12-23 meses (77%) recebeu todas as vacinas do Programa Alargado de Vacinação (PAV) (sem febre amarela), antes da idade de 12 meses. Por outro lado, apenas 3% das crianças de 12-23 meses não recebeu nenhuma vacina.

Doenças da infância. Em STP, as infecções respiratórias agudas (IRA), a febre e a diarreia são os principais problemas de saúde nas crianças. Cerca de uma criança em cada dez (9%) sofria de tosse, com falta de ar, durante as duas semanas anteriores ao inquérito e 17% teve febre durante esse período. Quanto à diarreia, 16% teve um ou mais episódios de diarreia no mesmo período. Durante os episódios de diarreia, 57% das crianças recebeu uma TRO (SRO ou uma solução caseira) e em 10% dos casos, não recebeu nenhum tratamento.

POSSE E USO DE MOSQUITEIROS

O uso dos mosquiteiros é um meio eficaz de protecção contra os mosquitos que transmitem o paludismo. Para os mosquiteiros tratados com insecticida (MII), os resultados do inquérito indicam que apenas 61% dos agregados declarou possuir pelo menos um e 36% têm dois ou mais. O percentual de domicílios com pelo menos um mosquiteiro MII é maior nas zonas rurais (52%) do que urbanas (59%). Nos agregados dispondo
de MII, três em cada quatro crianças menores de 5 anos, 71% de todas as mulheres de 15-49 anos e 72% das gestantes tinham dormido sob um MII na noite anterior ao inquérito.

NUTRIÇÃO

Amamentação das crianças. Quase todas as crianças (98%) nascidas durante os cinco anos anteriores ao inquérito foram amamentadas. Embora a maioria das crianças (86%) tinha sido amamentada no prazo de 24 horas após o nascimento, 12% recebeu alimentos antes do início do aleitamento.

Desmame e suplementos alimentares. A partir de 6 meses, todas as crianças deveriam receber uma alimentação suplementar. Pois, a partir dessa idade, o leite materno somente não é suficiente para o bom
crescimento da criança. Em STP, uma proporção significativa de crianças consome alimentos complementares antes da idade de seis meses. Contudo, entre 6 e 8 meses, idade em que todas as
crianças já deveriam estar recebendo alimentos de complemento, além do leite materno, apenas 73%
são alimentadas dessa forma; na idade de 9-11 meses, esta proporção atinge quase nove crianças em
cada dez (89%).

Suplemento em vitamina A. A carência de vitamina A (avitaminose A) afecta o sistema imunológico e aumenta o risco da criança morrer de doenças da infância. A avitaminose A também pode prejudicar a visão e causar cegueira nocturna nas crianças, também pode afectar a saúde das mulheres grávidas ou das lactantes. Em geral, cerca de uma criança em cada duas (48%) recebeu suplementos em vitamina A. As crianças cuja mãe tem o nível de instrução secundário ou mais (59%) foram as que mais beneficiaram deste suplemento nutricional, do que as de mãe com apenas o nível primário (45%) ou sem nenhuma instrução (35%).

Prevalência da anemia nas crianças. Os resultados do inquérito mostram que mais de seis crianças com idades entre 6-59 meses, em cada dez (62%) são anémicas: 33% de forma leve; 28%, moderada e apenas mais de 1% sofreu de anemia grave. Diferenças não desprezíveis são observadas, em função da região e do nível de escolaridade das mães.

O estado nutricional das crianças. Os índices do estado nutricional mostram que 29% das crianças
sofreu de atraso de crescimento em STP e 12% sofreu de atraso de crescimento grave (índice alturapor-
idade). No que diz respeito à emaciação (peso por-altura), mais de uma criança em cada dez (11%) é atingida pela magreza sob a forma moderada ou grave. As crianças de 6-8 meses sofrem mais requentemente deste tipo de desnutrição. De acordo com o índice peso-por-idade, mais de 13%
sofreu de insuficiência ponderal e 3% de insuficiência ponderal grave.

MORTALIDADE INFANTIL

Nível de mortalidade. Para o período mais recente (0-4 anos anteriores ao inquérito), os resultados mostram que em cada 1000 nadosvivos, 38 morrem antes de completar o seu primeiro aniversário (18‰ entre 0 e 1 mês completo e 20‰ entre 1 e 12 meses); em cada 1000 crianças de um ano, 25 morrem antes do seu quinto aniversário. Globalmente, o risco de morrer entre o nascimento e o quinto aniversário é de 63 por mil nascimentos, ou seja cerca de 1 criança em cada 16.

Mortalidade diferencial. Os níveis de mortalidade são consideravelmente mais baixos nas cidades do que nas zonas rurais: a mortalidade infantil é de 42‰, em áreas urbanas (50‰ nas áreas rurais); para a Mortalidade infanto-juvenil, os índices são, respectivamente, de 74‰ e 69‰. As crianças de mãe com o nível
de ensino secundário ou mais e aquelas de mãe de agregados mais ricos também têm o risco de morte significativamente menor do que as outras.

MORTALIDADE MATERNA

A mortalidade materna é o indicador de saúde que mostra a maior disparidade entre os países em desenvolvimento e os países desenvolvidos. Na África Sub-Sahariana, uma mulher tem um risco sobre 12 de morrer durante a gravidez ou o parto, contra uma possibilidade em 4 000 nos países ricos. A estimativa directa da taxa de mortalidade materna, dada pelo IDS-STP, para o período 1999-2008 é de 158 óbitos maternos por 100.000 nascidos vivos. Esta taxa é uma das mais baixas da África ao Sul do Sahara.

HEPATITE B

A infecção com a hepatite B é diagnosticada através da detecção do vírus no sangue total, o soro
ou o plasma. A prevalência da infecção pelo VHB é de 6,1% entre as mulheres de 15-49 anos e de 9,3%
entre os homens de 15-59 anos (10% entre os homens de 15-49 anos).  A Região do Príncipe tem menor taxa de prevalência tanto entre as mulheres (3,2%) como entre os homens (6,5%) e a maior taxa é observada
na Região Centro (6,6% entre as mulheres e 11% para os homens).

VIH/SIDA

Conhecimento da Sida. O VIH/Sida é conhecido por praticamente toda a população (99% das mulheres e dos homens). Globalmente, 68% das mulheres e 70% dos homens disseram que se poderia reduzir o risco de contrair o VIH / SIDA, usando o preservativo durante as relações sexuais e limitando as relações sexuais a um único parceiro fiel e não infectado. A maioria das mulheres (65%) e dos homens (57%) relatou que uma mãe pode transmitir o vírus HIV para o filho através da amamentação.

SIDA e estigma. O comportamento que as pessoas adoptariam perante as pessoas vivendo com
o HIV/Sida é um índice do nível de estigma e discriminação contra as pessoas infectadas com o
vírus. Cerca de 77% das mulheres disseram que estariam dispostas a acolher em suas casas e a cuidar
de um membro da família com sida. Entre os homens com idade entre 15-49 anos, esta proporção é de 83%.

PREVALÊNCIA DO VIH

Taxa de cobertura. Os resultados do IDS-STP indicam que cerca de oito em cada dez pessoas deram algumas gotas do seu sangue para serem testadas ao VIH. A taxa de cobertura é maior entre as mulheres (88%) do que entre os homens (71%). IDS-STP de 2008-2009 mostram que 1,5% dos adultos no São Tomé e Príncipe, com a idade de 15-49 são seropositivos relativamente ao VIH. A taxa de seroprevalência entre os homens de 15-49 anos é maior do que a das mulheres da mesma faixa etária: 1,7%, contra 1,3%. Isso indica que o rácio de infecção entre os homens e as mulheres é de 1,31 ou seja, existe 131 homens infectados para cada 100 mulheres.

VIOLÊNCIA DOMÉSTICA

Os resultados do IDS-SPT indicam que um terço das mulheres (33%) referiu ter sido vítima da violência física a um determinado momento, desde a idade de 15 anos; e em 21% dos casos, as mulheres
foram vítimas de actos de violência durante os últimos doze meses. Na maioria das vezes, o autor
dessa violência é o marido ou o parceiro. Os resultados mostram globalmente que em STP, 34% das mulheres já sofreu violência emocional, física ou sexual por parte dos seus maridos ou companheiros. Ao examinar esses resultados de acordo com cada tipo de violência, podemos ver que a violência física foi a mais frequentemente declarada pelas mulheres (27%). Além disso, mais de 8% sofreu de violência sexual.
Por outro lado, actos de violência emocional afectaram 23% das mulheres.

Tipo de Dados

Données échantillonées [ssd]

Unidade de Análise

A base de amostragem as 149 áreas de enumeração que foram seleccionadas na primeira etapa, seguindo-se dos alojamentos (agregado familiar) que são principais unidades de amostragem, por ser uma unidade estatística estável, de fácil identificação e relativamente simples de actualizar. Com efeito, a unidade estatística de amostra é o alojamento.

Conteúdo

Descrição do Conteúdo

As informações recolhidas no inquérito são representativas ao nível nacional, bem como por meio de residência (urbano e rural) e nas quatro regiões administrativas.

Palavras Chave

níveis de fecundidade , actividade sexual , intenções reprodutivas , taxa de prevalência contraceptiva

Cobertura

Cobertura Geográfica

As informações recolhidas no inquérito são representativas ao nível nacional, bem como por meio de residência (urbano e rural) e nas quatro regiões administrativas.

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A unidade estatística de amostra é o alojamento dentro da área de enumeração.

Universo

A base de amostragem as 149 áreas de enumeração que foram seleccionadas na primeira etapa, seguindo-se dos alojamentos (agregado familiar) que são principais unidades de amostragem, por ser uma unidade estatística estável, de fácil identificação e relativamente simples de actualizar. Com efeito, a unidade estatística de amostra é o alojamento

Produtores e Patrocinadores

Investigador(es) Primário(s)

Instituto Nacional de Estatística de São Tomé e Príncipe (INESTP) (Ministério do Plano e Finanças)
Ministério da Saúde (Governo de São Tomé e Príncipe)

Outros Procedimentos

INESTP - Instituto Nacional de Estatística de São Tomé e Príncipe (Ministério do Plano e Finanças): Produtor
MS - Ministério da Saúde (Governo de São Tomé e Principe): Co-produtor

Financiamento

PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento : Financiador
Cooperação Portuguêsa : Financiador
UNFPA - Fundo das Nações Unidas para a População : Financiador
UNICEF - Fundo das Nações Unidas para a Infância : Financiador

Produção de Metadados

Metadados produzidos por

INESTP - Instituto Nacional de Estatística de São Tomé e Príncipe (Ministério do Plano e Finanças): Produtor
MS - Minitério da Saúde (Ministério da Saúde): Co-produtor

Data da publicação dos metadados

2013-08-10

Versão do Documento DDI

Uma brochura com aproximadamente de quinhentas páginas, considerada como versão final dos trabalhos realizados sobre o resultado do inquérito demográfico e sanitário de 2008 - 2009.

Versão 1.0(10-08-2013).

Identificação do Documento DDI

DDI-STP-INE-IDS2008-v.1.0
Generated: OCT-24-2014 using the IHSN Microdata Management Toolkit